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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

2010, Adolescentes Ligados a Cristo em Busca dos Perdidos


Com o tema "Ligados a Cristo em Busca dos Perdidos", os Adolescentes da Primeira Igreja Batista em Albano Franco, estarão empenhados durante todo o ano de 2010 na Evangelização em Buscva de Almas Perdidas.
Neste ano a UNA - União dos Adolescentes da PIBAF visa fortalecer a fé dos adolescentes que congregam nas nossa igreja, resgatar e firmar os dispersos, ganhar e discipular os perdidos dando-lhes um discipulado com consistência e fundamento cristão para que todos estes adolescentes vivam para Cristo e façam outros discípulos.
Vivemos tempos difíceis. Jesus Cristo aclarou que o aumento da impiedade resultaria em frieza de coração. E tantas são as catástrofes, e tamanha é a opressão, e na mesma proporção o abandono e a violência. E nós Cristãos onde estamos? Estamos nos comportando como se estivéssemos atrás de um balcão, dizendo ao mundo: “Venham, nos estamos aqui e temos o que vocês precisam” e de vez em quando fazemos uma programação para “alcançar o perdido”.
Temos que ir ao mundo atrás dos "perdidos". Eles estão lá sedentos, esperando por nós. E nós vamos, por Cristo nós vamos em Busca das Almas Perdidas. Com toda a coragem e intrepidez, cumprir o Ide de Jesus, levar o Evangelho da Paz a todos que precisam.

domingo, 28 de dezembro de 2008

Adolescentes - As Pressões da Turma

Escrito por Adriano Teixeira - 28-Ago-2007

Pr. Jaime Kemp

A maioria das turmas de adolescentes me lembram biscoitos, saídos da mesma fornada. São todos iguais. Pensam a mesma coisa. Falam como os outros falam. Vestem-se de modo idêntico. Fazem o que todos fazem. Não têm coragem e nem determinação para ser diferentes. Isto acontece porque desejamos ser aceitos pelas pessoas que nos cercam, a quem consideramos importantes.
Na verdade, a pressão do grupo é muito forte e determinante na adolescência, maior que qualquer outra influência de outras pessoas, como pais, professores, etc. O grupo influencia o que pensamos sobre nós, a linguagem que usamos, o estilo de roupa que vestimos, os padrões morais e éticos que adotamos, a forma que tratamos as outras pessoas, etc.
Vamos pensar em algo prático: Tatiana é uma garota preocupadíssima com roupas. Suas colegas usam roupas "transadinhas" e mil acessórios "chocantes". Pra não ficar "por fora", Tatiana também entra nessa "onda". Uma mini-saia justinha, um top coladinho, e acessórios. Tudo que está na moda. O grande problema, é que Tatiana é bem gordinha e vestida assim, mais parece uma árvore de Natal decorando a entrada de um Shopping Center. Suas amigas lhe dão a maior força, mas por trás... Armando tem enfrentado problemas de relacionamento em casa. Está tenso, triste e desmotivado. Gabriel, um de seus "amigos do peito" diz que, se ele fumar um baseado a situação vai parecer mais leve, mais tranqüila, pelo menos na cabeça dele. "Por que não?" - pensa ele? A maioria de seus amigos fuma maconha. Experimentar não vai lhe tirar nenhum pedaço ou prejudicar sua saúde. Se fumar só algumas vezes, sabe que tem força de vontade suficiente para não se tornar viciado. Depois, pior do que está, não pode mesmo ficar! Por que agimos assim? Por que apesar de, às vezes nem mesmo acharmos ser o melhor, tomamos atitudes pressionados pela turma? A causa de tudo - A inferioridade Quando nos sentimos inferiores temos receio de não sermos aceitos e de sermos ridicularizados.
Sendo assim, preferimos ceder e nos entregar às pressões e idéias do grupo para sentirmos segurança, aceitação e fugirmos de um possível deboche. Áreas de Pressão - O medo da rejeição Existem vários medos que os pais, professores, orientadores, enfim, os que se relacionam com adolescentes, precisam tomar conhecimento, entender e saber como ajudá-los. Apesar de todos nós adultos termos passado pela adolescência, a maioria de nós se esquece e perde a noção do sofrimento que essas áreas causam aos "teens". Vejamos algumas delas: Medo de... não fazer parte de determinada turma não ser popular no grupo ficar sem namorado (a) não ser convidado (a) para festas não demonstrar esperteza ser careta ser pouco inteligente, não saber das coisas não ter um visual legal não vir de uma família de posição financeira favorável ficar por fora ao rejeitar droga, fumo, sexo. Há certas atitudes que são até normais, não causando prejuízos, não ofendendo a ninguém (e nem a si mesmo).
Tudo bem! Mas há outras, tipo drogas, ou qualquer outro vício, desrespeito aos mais velhos (inclusive aos pais), atitude libertina quanto ao sexo, aparência ofensiva, vocabulário torpe, etc. A gente sabe as coisas e atitudes que fazemos que agridem ou ofendem, não é? Mas... qual é nosso referencial? Vamos ver um versículo na Bíblia, no livro de Romanos: "Que o mundo que nos rodeia não vos comprima nos próprios moldes, mas deixai Deus reformar a vossa mente, de maneira a poderdes experimentar na prática como é benéfico o plano de Deus no que diz respeito, como satisfaz todas as Suas exigências e como encaminha para a meta da verdadeira maturidade". (Romanos 12.2 - A Bíblia na Linguagem de Hoje). Ninguém está dizendo que é fácil manter uma atitude nobre em meio ao grupo. Podem vir gozações.
Mas, no fundo haverá um respeito dos outros, em relação a quem teve coragem de "manter-se sóbrio". É preciso ter muito mais coragem - ser muito mais homem, ou mulher - para dizer não para o que sabemos não ser um comportamento adequado, do que simplesmente dizer sim e entrar na onda! Há um exemplo na Bíblia de alguém que não cedeu às pressões: "Foi pela fé que Moisés, quando já era adulto, não quis ser chamado filho da filha de Faraó. Ele preferiu sofrer com o povo de Deus em vez de gozar, por pouco tempo, os prazeres do pecado. Achou que era muito melhor sofrer o desprezo por causa do Messias do que possuir todos os tesouros do Egito. É que ele tinha os olhos fixos na recompensa futura. Foi pela fé que Moisés saiu do Egito, sem ter medo do ódio do rei, e continuou firme, como se estivesse vendo o Deus invisível". (Hebreus 11.24-17 - A Bíblia na Linguagem de Hoje). - Que razões levaram Moisés a não aceitar uma situação cômoda na corte de Faraó? (Recentemente, os estúdios de Walt Disney fizeram um desenho em longa metragem sobre a vida de Moisés. Você assistiu?) - Você teria coragem de seguir o exemplo de Moisés? Fonte: http://www.portalbatista.org.br

quarta-feira, 30 de abril de 2008

O Namoro Cristão

Não podemos fazer regras muito definidas sobre namoros, mas uma coisa é absolutamente clara nas Escrituras: o solteiro não pode ter relações sexuais (Dt.22.20-29; ICo.7.2). Aquele que transgride nessa área está cometendo o pecado da prostituição, ainda que seja com um namorado ou noivo. O jovem cristão não pode falhar nesse ponto, pois seu corpo é o templo do Espírito Santo. Os riscos são muito grandes e as conseqüências podem ser terríveis. Quando a mãe de Jesus concebeu pelo poder do Espírito Santo, ela estava noiva e era virgem. Se tivesse se entregado a José antes do tempo, tornar-se-ia desqualificada para o propósito de gerar o Messias.
Por quê existe tanto regulamento a respeito da sexualidade? O sexo é algo sagrado, porque através dele transmitimos a vida. Isto não pode ser feito de modo irresponsável.
A virgindade deve ser valorizada pelos servos e servas de Deus até que se chegue ao matrimônio. Aquele que se entrega antes do casamento, está desonrando seu futuro cônjuge, mesmo sem conhecê-lo.
A "liberdade sexual" é considerada muito normal hoje em dia. Pode ser normal para o diabo e para todos aqueles que quiserem morar com ele no inferno. Para o cristão, normal é ser santo.
Além disso, especialistas afirmam que aqueles que chegam virgens ao casamento terão maior probabilidade de permanecerem casados, pois não terão experiências íntimas anteriores como elementos de comparação. Quem nunca se prostituiu dificilmente irá adulterar. Por outro lado, aquele que se acostumou com a variedade de parceiros em sua vida sexual terá grande dificuldade para ser fiel.
Se carregamos o nome de Jesus sobre nós, se nos declaramos filhos de Deus, precisamos honrar seu santo nome. Caso contrário, o Senhor se envergonhará de nós no dia do juízo e de forma alguma entraremos no seu reino, conforme se vê claramente em Gálatas 5.19-21, exceto se houver arrependimento e mudança. Ainda assim, as conseqüências do pecado acontecerão nesta vida porque "aquilo que o homem semear, isto também ceifará" (Gálatas 6.7).
Os relacionamentos do servo de Deus devem ser pautados pelo amor e pela responsabilidade. Uma coisa não pode ser separada da outra.
Falamos muito sobre o plano de Deus para nós, mas devemos nos lembrar também de que existem os planos de Satanás para cada um. O inimigo deseja que cada jovem se relacione de modo irresponsável com muitos outros, deixando pessoas feridas e traumatizadas pelo caminho. Ele quer também que isto seja motivo para que muitos se esfriem espiritualmente e abandonem a igreja, enquanto outros, olhando de fora, queiram distância do cristianismo. O Diabo pretende também que, num desses relacionamentos, aconteça uma gravidez indesejada e, quem sabe, até um aborto? O inimigo quer que o jovem de hoje seja o adulto deprimido de amanhã, com lembranças amargas, consciência pesada e reputação destruída. Que tal uma aids também para completar?
Cada jovem deve avaliar a sua vida para saber se está no caminho de Deus ou se está colocando em execução os planos de Satanás.
Nem tudo o que o mundo faz nós podemos fazer. Afinal, somos filhos do Rei. Não podemos sair por aí fazendo tolices. Precisamos honrar nosso Pai, sabendo que ele tem o melhor para nós.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Adolescente Batista, uma geração fiel a Deus!






“Ninguém o despreze pelo fato de você ser jovem, mas seja exemplo para os fiéis na palavra, no procedimento, no amor, na fé e na pureza.” – 1Timóteo 4.12

O mundo tem seduzido nossos jovens e adolescentes através de seus modismos. A televisão, internet e tantos meios de comunicação têm alcançado nossa juventude, doutrinando-os com seus valores distorcidos. Chegou a hora de levantar uma geração exemplo na palavra, no procedimento, no amor, na fé e na pureza; uma geração como Timóteo, fiel a Deus!
Quando um adolescente chega a compreensão de que Deus é Pai, ele entende que Deus é o diferente. Nas palavras de Karl Barth: “Deus é o totalmente outro”. Ter Deus como pai nos leva ao entendimento de que somos seus filhos e mais que isso, nos tornamos conscientes de que não estamos sós no mundo: temos irmãos. O adolescente tem necessidade de relacionar-se com as pessoas, ele tem particularidades e atitudes próprias que são muitas vezes mal interpretadas, mas é a partir da compreensão de que se é filho de Deus que passo a ver o outro como irmão, por ser esse filho de meu Pai. Na paternidade espiritual o adolescente será levado à compreensão de que é o chamado de Cristo que nos une, nos torna irmãos. Essa é uma grande benção que resulta do entendimento de Deus como Pai para o adolescente: a consciência de que não estou só no mundo, que tenho um Pai e que este me inseriu dentro de uma família de muitos irmãos através do sacrifício de Jesus. Entender que esse Pai está nos céus me leva a olhar para fora de mim, a busca-lo em seu lugar, que é sempre mais elevado que o meu: o céu
Outra grande dádiva que vem de vivermos debaixo da compreensão da paternidade de Deus é a de que nós fomos perdoados pelo nosso Pai celestial mediante o sacrifício de Jesus Cristo na cruz. Mas o adolescente perguntará: de que fomos perdoados? Fomos perdoados do afastamento de Deus, perdoados dos nossos erros, da nossa prostituição, fomos perdoados do nosso egoísmo, enfim das obras da carne. E isso é uma benção que uma vez mais por Deus ser nosso Pai nos leva à lembrança de que como filhos não somos únicos, somos filhos que têm irmãos. E nesse sentido onde está a benção? Está no fato de que posso colocar aquilo que aprendi com meu Pai em prática. Por que fui perdoado e aprendi o que é o perdão posso perdoar o meu irmão que está em falta comigo. Na verdade podemos definir a comunidade cristã como a comunidade dos pecadores perdoados que são chamados a perdoar os irmãos. Diante de Deus somos culpados conjuntamente. Assim não posso simplesmente decidir não perdoar o outro, pois não perdoando o outro em certo sentido não estou me perdoando e estou me fechando para a possibilidade do perdão de Deus. Existem alguns adolescentes que jamais perdoam o que outros fizeram com eles sem jamais levar em conta o que fazem com os outros todos os dias e ainda mais sem levar em conta o perdão de Deus. São como o servo da parábola que depois de perdoado por seu Senhor ao encontra-se com um conservo seu que o devia o lançou na prisão sem perdão. Esse homem, como muitos adolescentes, não entendeu a benção de ser perdoado, ou seja, não aprendeu que somos perdoados para nos tornarmos perdoadores.